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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Bichinhos - "FOCINHOS DE OURO"

Aumiguinhos,
O uso de drogas como o Crack, o Oxi (mais perigoso que o Crack) e muitas outras, virou "moda."
Infelizmente os jovens estão se tornando "usuarios" cada vez mais cedo.
Então hoje vamos falar um pouco sobre os cães farejadores.
Um lindo dia e
Lambeijos do
Pepi e
Boa Leitura!
Segue a matéria:

Como é o treinamento dos cães farejadores de drogas?

por Yuri Vasconcelos
É um trabalho árduo, em que se busca tirar proveito das duas principais características dos cães que desempenham essa função: faro apurado e personalidade curiosa. Antes de meter as fuças em malas, carros ou pessoas - em geral nos locais de grande fluxo de gente ou mercadorias, como alfândegas, aeroportos e terminais rodoviários -, eles passam por meses de treino, quando aprendem a identificar os diversos tipos de drogas e a se comportar em público. A escolha dos cachorros para o emprego de caça-bagulhos se deu em função de seu olfato poderoso. Eles começaram a ser usados para farejar substâncias ilegais no fim dos anos 60, durante a Guerra do Vietnã (1959- 1975), quando o consumo de heroína entre soldados americanos tornou-se um sério problema para o Exército dos EUA. Com o tempo, o nariz afiado deixou de ser o único pré-requisito para o posto. “No início, a capacidade olfativa era um fator decisivo na seleção dos animais, mas hoje o que qualifica, de fato, um cão é o seu interesse por procurar e encontrar objetos”, diz Antônio José Miranda de Magalhães, chefe do canil da Polícia Federal, em Brasília. A unidade é o principal centro de treinamento de cães farejadores no Brasil e, desde sua criação, em 1988, já formou mais de cem “focinhos de ouro” para a função.
BISBILHOTEIROS OFICIAIS
Olfato extremamente apurado e temperamento curioso são os principais pré-requisitos dos “focinhos de ouro” da polícia
Labrador, golden retriever, pastor alemão e pastor belga malinois são as raças mais usadas no combate ao tráfico de drogas. Esses cães têm um faro apuradíssimo, graças aos seus mais de 200 milhões de células olfativas - para ter uma ideia, o fox-terrier tem 147 milhões e o homem “míseros” 5 milhões.
Depois de passar na peneira dos bons de fuça, são escolhidos os animais mais curiosos e perseverantes, que gostam de procurar e recuperar objetos e não desistem facilmente da busca. Com isso, os policiais têm a garantia de que seus futuros parceiros não farão corpo mole em serviço.
No canil da Polícia Federal, o adestramento começa quando o cão tem apenas 2 meses. Antes do treino específico para achar drogas, os animais passam por um “cursinho” de socialização e comandos básicos, como responder ao chamado do policial, sentar-se etc. Isso é feito, entre outras coisas, para que eles não ataquem as pessoas nas ruas.
O treinamento propriamente dito - que dura cerca de dois meses - só começa  depois que o cão completa 1 ano de idade. A partir daí, ele entra em contato com o odor típico da droga, que é acondicionada dentro de tubos de PVC, mangueiras de borracha ou em pequenas bolsas, feitas de lona impermeável, que imitam seus próprios brinquedos.
Após o cão se acostumar com o cheiro dos diversos tipos de drogas, os “brinquedinhos” são escondidos para que ele os encontre. O grau de dificuldade do exercício aumenta com o tempo. Para disfarçar o odor do tóxico (recurso adotado pelos traficantes), os treinadores misturam a ele produtos diversos, como alho, pimenta e cebola.
Sempre que o animal encontra o bagulho, recebe elogios e agrados do treinador. Caso ele não seja bem-sucedido, não recebe punição, mas, se dá mostras de que não vai dar conta do recado, pode até ser afastado do treinamento. Em nenhum momento do curso, e em hipótese alguma, o cão entra em contato com a droga.
Depois que está craque em farejar os entorpecentes, é hora de o bicho mostrar que sabe se portar em público. Ele é levado para fazer o treino ambiental nos locais onde irá trabalhar (postos de fronteira, aeroportos, rodovias etc.), para se acostumar com o movimento desses lugares. A partir daí, ele está pronto para botar o focinho em ação.
Já no batente, o cão usa os dois tipos de alerta que aprendeu. No ativo, ele arranha e morde o local onde a droga está escondida, ou pode latir para o suspeito de levar tóxicos. No passivo, ele se posiciona ao lado desse local ou da pessoa. Para não cansar o nariz, os cães intercalam períodos iguais de até 50 minutos de trabalho e descanso. O tempo pode variar, mas em geral eles ficam na ativa até os 10 anos de idade.

7 comentários:

  1. E assim eles ajudam a encontrar e de repente os jovens parem de usar essas drogas todas.Pena isso!beijos,chica

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  2. Eles são tão difíceis os de trabalho e são lindas!

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  3. Pepi, e que trabalho mais lindo eles fazem!Gostei de saber que os cães nao tem contato com a droga,pois pensei que eles viciavam o cao ( ouvi dizer).Ainda bem que não!Lambeijos da tia Anne!

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  4. Os animais são maravilhosos em tudo!!!...amo de paixão....:)

    Bjs, Néia

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  5. legal
    bom fds, beijinhos

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  6. Muito legal esse post...Muito interessante saber como funciona o treinamento desses cães farejadores...
    cheirinho da Nina

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