Amiguinhos Amados

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Enquanto isso...

Skytower em Auckland, 300m de altura


Ilha de Veraneio
Enquanto esperamos a vóvis e o vôvis, toda manhã, para cuidar de nós,
"Papai" e "Mamãe"estão aproveitando a viagem para Nova Zelândia.
 Eis algumas fotinhas que viemos compartilahar com vocês.

Agradecemos a todos que participaram da Frase Fofura AQUI
Estamos adorando brincar com vocês.
Muitos ronrons de
Jujinha e Jujubinha.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Frase Fofura Total (nova versão)

Vocês querem brincar conosco?
Então estão todos convidados a participar da nova versão da Frase Fofura Total.
Façam uma Frase sobre a imagem acima usando, entre outras, as palavras: Banho,Calor, Festa (nesta ordem)

Vamos lá?
Eis a nossa frase:

Tragam logo meus sais de Banho, por favor.
Está um Calor do cão...
Nesta água vou fazer a Festa...auau

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Alegre final de semaninha!!

Nós também gostamos de fazer uma caminhada, e encontrar os aumigos...
Desejamos a todos um alegre final de semaninha.
Lambeijinhos e Ronrons dos Bichinhos.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Expressões populares "animais"

Você já deve ter escutado a expressão “lágrimas de crocodilo” em referência a alguém que chora, indicando que o choro é fingido, falso ou hipócrita. Mas por que se diz isso? Será que os crocodilos choram, mesmo?
De acordo com o professor Ari Riboldi, em seu livro O Bode Expiatório, a origem da expressão é biológica. Mas não tem a ver com fingimento. Quando o crocodilo está digerindo um animal, a passagem deste pode pressionar com força o céu da boca do réptil, o que comprime suas glândulas lacrimais. Assim, enquanto ele devora a vítima, caem lágrimas de seus olhos. São lágrimas naturais, mas obviamente não significam que o animal se emocione ou sinta pena da sua presa. Daí vem a expressão "lágrimas de crocodilo", querendo dizer que, embora a pessoa chore, suas lágrimas não significam que ela esteja sofrendo, e muitas vezes são mesmo apenas um fingimento.

Todo mundo já ouviu a expressão "pagar o pato". E entende o seu significado: quem paga o pato arca com as consequências de ações e atitudes de outras pessoas. Mas de onde vem essa expressão popular? O professor Ari Riboldi aponta pelo menos duas origens, uma história da literatura italiana e uma antiga brincadeira. Segundo conta Riboldi, em seu livro O bode expiatório, a expressão pode ter se originado em uma história do século XV. Um camponês passou em frente à casa de uma mulher casada, com um pato na mão. A mulher ficou interessada em ter o pato, e propôs ao camponês pagá-lo com favores sexuais. Mas o homem queria prolongar o ato, enquanto a mulher achava que já tinham feito sexo o suficiente para o que julgava valer o animal. Os dois começaram a discutir e, em meio ao debate, chegou o marido da mulher, e quis saber porque eles discutiam. A mulher então explicou que a desavença era em função do dinheiro que faltava para chegar ao valor desejado pelo camponês. O marido deu o dinheiro. E, literalmente, pagou o pato. A outra versão diz que, numa brincadeira antiga, um pato era amarrado a um poste. Os participantes deviam correr até o poste e cortar as amarras que prendiam o animal de um só golpe. Quem não conseguisse deveria pagar o pato






Geralmente, quando um clube de futebol vence uma partida importante, seus jogadores recebem uma bonificação em dinheiro chamada de “bicho”. Nos anos 20, a torcida do Vasco da Gama resolveu estimular os integrantes do time com essas quantias. Para isso, estabeleceu um incentivo monetário baseado nos números do jogo do bicho. O número cinco, do cachorro, representava 5 mil reis de premiação por um empate. O dez, do coelho, 10 mil reis por uma vitória qualquer. E o 25, da vaca, 25 mil reis pela vitória em uma partida decisiva. Assim, a arrecadação do “bicho” dos jogadores pelos torcedores ficou conhecida como “fazer uma vaquinha



Credita-se a expressão à moral de um conto sobre um fato comum na época colonial do Brasil: o uso dos burros no transporte de carga. O conto em questão narra a disputa de dois tropeiros para ver quem chegava primeiro a um certo destino. Um deles usava o animal para transportar sal, enquanto o outro transportava algodão. Diz a anedota que no meio do caminho havia um rio e, ao tentarem atravessá-lo, ambos perderam as cargas (o sal dissolveu-se e o algodão encharcou-se) e não conseguiram concluir a missão. Por isso é que, quando alguém é mal sucedido em algo, usa-se a expressão “dar com os burros n’água”.

Sua mãe provavelmente ensinou a nunca desdenhar daquilo que você recebe de presente. Se um dia você ganhar um cavalo, por exemplo, nunca olhe a arcada dentária do animal na frente de quem te deu. Isso porque os dentes do cavalo não nascem de uma vez, sendo que os últimos só surgem no quarto ou quinto ano de vida do animal. Assim, olhar os dentes dele significa verificar qual a idade do equino, o que pode ser bastante deselegante. Na satírica visão de Mário Prata, no livro “Mas será o Benedito?”, a expressão popular no entanto tem raiz histórica na avareza da família real portuguesa. Ao chegar ao Brasil, Dom João VI teria usado cavalos em péssimo estado como moeda de troca. E a quem reclamava ele usava a expressão “a cavalo dado não se olham os dentes”.

Para boa parte dos pesquisadores, a expressão surgiu de um costume da época em que o cavalo era o principal meio de transporte no interior do país. Naqueles tempos, quando alguém ia fazer uma breve visita a alguém, normalmente “estacionava” seu cavalo em frente à casa. No entanto, se a conversa se alongava mais do que o esperado era comum o anfitrião falar para o visitante ir “tirar o cavalo da chuva”, isto é, abrigá-lo em um local protegido, pois a visita iria demorar mais do que o imaginado. Com o passar do tempo, a expressão caiu no gosto popular. “Tirar o cavalo da chuva” significa desistir de algo, perder as esperanças ou a indicação de que alguma coisa vai demorar mais do que o previsto.
Hoje, tirar uma foto é muito fácil e leva apenas um milésimo de segundo, mas não costumava ser assim. Há mais de um século, quando essa arte surgiu, os equipamentos levavam alguns minutos para fixar a imagem nos filmes. Assim, as pessoas precisavam ficar paradas durante esse tempo e a dificuldade era ainda maior quando havia crianças na pose. Para chamar a atenção delas e mantê-las olhando em direção à câmera, os fotógrafos colocavam uma gaiola com passarinhos ao lado da máquina e diziam: “Olha o passarinho!”. A expressão se popularizou e ainda é usada para chamar a atenção das pessoas na hora de tirar a foto. 
Fonte: HowStuffWorks.

 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Volta, Menina Voadora!!!!!

Campanha da querida Chica AQUI

GATINHO APAIXONADO
(Anne Lieri)




Um gatinho apaixonado
Com os olhos a brilhar
Fica assim, enamorado...
Encarando o luar!


Pensa na linda gatinha
Que mora longe, na praia...
É a Juja, tão lindinha
Que faz com que se distraia!


Pela manhã, passarinhos
Ouve e quer oferecer
Esse canto miudinho
Para o seu bem querer!

Gatinho vive nas nuvens
Adormece entre algodão!
Juja linda na cabeça
Gatinha do coração!

E fica nessa saudade
Saudade de gato, enfim!
No sonho fica á vontade
E voa até Juja, sim!





Para a minha namogatinha Juja alguns versinhos de todo coração!

Estamos com muitas saudades dos seus versinhos, Tia Anne
Volta!!!!
Doces ronrons de Jujinha e Jujubinha
Beijinhos de Vóvis Verena.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Frase Fofura Total ( nova versão)

Vocês querem brincar conosco?
Então estão todos convidados a participar da nova versão da Frase Fofura Total.
Façam uma Frase sobre a imagem acima usando, entre outras, as palavras: Descanso, Carnaval, Folia (nesta ordem)
Vamos lá?
Eis a nossa frase:
Au Au, preciso de Descanso, pois Carnaval é estressante.
Aqui neste sofá vou cair na Folia...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Bichinhos - HISTÓRIA DO CARNAVAL


Amiguinhos,
A nossa Escola UNIDOS DOS BICHINHOS AMADOS vai arrasar na avenida...
Juja está atarefada com os últimos preparativos.
Vejam no vídeo abaixo:
Desejamos a todos um ótimo carnaval e um bom descanso.
Lambeijos, Ronrons e Beijinhos de
Pepi, Xixo, Juja, Jujuba e Vóvis Verena.


Conheçam também um pouco da

HISTÓRIA DO CARNAVAL


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Minha Caixa minha vida!

Quem tem gato sabe: você pode comprar um arranhador ou uma bolinha, mas nada vai deixar o bichano mais feliz do que uma simples caixa abandonada. Isso mesmo, uma caixa. Qualquer modelo: de sapato e de móveis, pequenas e grandes. O importante é ser um caixa. Mas por que essa preferência, quase viciante, de gatos por caixas? Esse é mais um mistério que nem mesmo a ciência consegue desvendar por completo.
É óbvio que as caixas proporcionam uma proteção extra para os bichanos. Eles podem ficar ali por horas dormindo ou bolando uma emboscada para seus pés. Mas não é possível que seja apenas por isso! Graças a bioveterinários especializados em comportamento felino, hipóteses concretas foram formuladas, e podem te assustar: talvez seu gato não apenas goste de caixas, mas realmente precise delas.
Seguro: talvez. Confortável: NÃO! (Foto: Creative Commons) Entender a mente felina é bem complicado. Afinal, os gatos burlam testes de inteligência, diferentemente de outros animais. Mas as pesquisas dizem que os bichanos sentem conforto e segurança em lugares fechados e apertados. Essa é a provável explicação do amor de gatos pelas ~confortáveis caixas.
Outro estudo, realizado pela veterinária holandesa ClaudiaVinke revelou que os gatos precisam de caixas para ficarem menos estressados. Vinke separou caixas em um abrigo para gatos e notou que os felinos recém-chegados eram os primeiros a se abrigarem, por se sentirem em perigo. Depois, a veterinária analisou os animais e percebeu que os gatos das caixas estavam com menores níveis de estresse.
A verdade é que todos gatos se escondem quando se sentem ameaçados ou estressados, inclusive os selvagens. A diferença é que os gatos domésticos não têm árvores para subirem, e então se escondem em caixas de sapatos. Abaixo um vídeo de amor entre gatos e caixas: 
Fonte: Revista Galileu

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Frase Fofura Total (nova versão)

Vocês querem brincar conosco?
Então estão todos convidados a participar da nova versão da Frase Fofura Total.
Façam uma Frase sobre a imagem acima usando, entre outras, as palavras:  Amor, Carinho,Felicidade (nesta ordem)
Vamos lá?
Eis a nossa frase:
És tão grande quanto o Amor e Carinho que sinto por tí.
Você me traz enorme Felicidade!

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Jujuba desabafa

Amiguinhos,
Estou aproveitando os últimos dias para brincar e "miauversar" com o meu "papai"
Ele e minha "mamãe" vão sair de férias.
Vóvis e Vôvis, como sempre, vão cuidar da gente.
A Juja está bastante acostumada com eles.
Eu é que sou muito tímida e só quero saber de me esconder quando eles chegam.
Desculpem o desabafo mas sei que posso contar com vocês.
Quero desejar a todos um ótimo domingo e uma alegre nova semana.
Muitos carinhosos miaus da
Jujuba.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Excelente Final de Semaninha

Logo hoje que queríamos descansar chegou a moça da faxina.
Como ousa nos perturbar.. .miaus

Desejamos a todos um excelente final de semaninha.
Obrigada de coração aos amiguinhos que participaram da Frase Fofura Total AQUI 
 Muitos Ronrons e Miaus das gatinhas 
Jujinha e Jujubinha 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Frase Fofura Total (nova versão)

Vocês querem brincar conosco?
Então estão todos convidados a participar da nova versão da Frase Fofura Total.
Façam uma Frase sobre a imagem acima usando, entre outras, as palavras:  Situação, Ajuda, Mãe (nesta ordem)
Vamos lá?
Eis a nossa frase:
Quando estou em uma situação complicada só posso contar com a
ajuda da minha "mãe"...au, au.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Bichinhos - Tapete Voador

Meu gênio deu de presente
Um tapete multicor
Com certeza, diferente
Porque era voador

Fui logo dar um passeio
Encontrei um passarinho
Tive que sair do meio
Ele ia entrar no ninho
Cheguei perto dum balão
Numa nuvem branca entrei
Inclusive, um avião
Dentro dela eu avistei

Seguindo na minha rota
Viajando pelo céu
Vi um monte de gaivotas
Fazendo muito escarcéu
Resolvendo ter descido
Minha mente fotografa
O pescoço bem comprido
Duma grandona girafa
Chegando perto do chão
Eu vi um gato xereta
Dando tapa, brincalhão
Numa pobre borboleta
Estacionei o tapete
Com sede, eu fui tomar
Um saboroso sorvete
Mas eu volto pra voar
Jerson Brito