domingo, 4 de agosto de 2019
domingo, 21 de julho de 2019
Bichinhos - Lambeijos
Por que os cachorros lambem?
Se você achou que haveria uma resposta simples e direta para essa pergunta, você se enganou. Tanto lobos quanto cães domésticos usam a lambida de diversas formas e por diferentes razões.Para ficar só em alguns exemplos, nas alcateias, um lobo pode lamber a boca do outro como sinal de respeito e de afeição. Ao nascer, filhotes de cachorro lambem a boca da mãe como forma de pedir comida.
Um cachorro ansioso pode adquirir o hábito de lamber as patas compulsivamente para aliviar o estresse. Isso sem contar o fato de que as lambidas também são uma forma que os cães têm de explorar o mundo, ao sentir o gosto das coisas.
No que diz respeito às lambidas no rosto do tutor, nenhum estudo até o momento foi capaz de descobrir o real motivo por trás disso.
Fonte: Google
quinta-feira, 11 de julho de 2019
Bichinhos - Cuidados no Inverno.
1. Tosa: Se o cãozinho faz atividades regulares e não tem problemas de saúde, mantenha a rotina da tosa. No caso de cães muito idosos ou que ficam ao relento, aproveite a proteção natural do animal e evite tosas muito baixas.
2. Roupinhas: animais que estão em constante movimento e fazendo exercícios não precisam de roupas.
3. Local de dormir: Alguns cães, mesmo tendo sua própria casinha, preferem ficar ao relento. Prenda esses animais em locais fechados nos dias de chuva ou frio intenso. Proteja a caminha do animal do frio colocando algum revestimento de borracha ou estrado evitando o contato direto com o chão. Para os gatos, utilize os arranhadores com toca, eles adoram.
4. Comportamento: Seu animal é sempre muito animado e de repente está quieto e apático. Fique sempre atento às mudanças de comportamento.
5. Banho: Diminua a frequência de banhos no inverno que, de preferência, devem ser com água morna e não molhe o animal nos dias mais frios. Seque-o bem após o banho e não deixe que ele saia no rua até, no mínimo, 30 minutos depois.
6. Vacinas: As pneumonias são mais comuns no inverno e nos gatos e cães elas podem ser bacterianas, o que é ainda mais grave. Esteja com as vacinas sempre em dia e evite aglomerações com grande quantidade de animais. No frio é mais comum contrair traqueobronquite infecciosa canina, conhecida também como tosse dos canis. A doença é altamente contagiosa e é mais perigosa para animais idosos ou filhotes. Para passear, prefira os horários com mais sol.
7. Exercícios: Estimule os cães a fazerem execícios, o frio é um ótimo período para isso. Em casa utilize brinquedos. Eles podem comer um pouco mais de ração do que o normal por causa dos exercícios, mas não é necessário um reforço na alimentação e acompanhar o peso do animal é algo que precisa ser feito em qualquer estação. O sobrepeso é um problema sério que pode causar doenças cardiovasculares e na coluna.
8. Escovação: aumente a frequência de escovação do animal para pelo menos três vezes por semana. Eles tendem a se lamber mais no frio e acabam engolindo mais pelos que formam bolas no estômago, o que pode acarretar nos gatos constipação intestinal, conhecida também como “prisão de ventre”. Nos cães, previne a formação de nós que leva a lesões de pele.
Fonte: Google
quarta-feira, 3 de julho de 2019
terça-feira, 25 de junho de 2019
Bichinhos - O mais feio cachorro do mundo.
Scamp the Tramp é o nome do cachorro eleito o mais feio do mundo. Na sexta-feira, 21, o vira-lata de olhos esbugalhados e dreadlocks nos pelos venceu a 31ª edição do Concurso de Cachorro mais Feio do Mundo.
dele, Yvonne Morones, de Santa Rosa, na Califórnia, ganhou como prêmio uma participação com Scamp no programa Today, US$ 1,5 mil em dinheiro, outros US$ 1,5 mil para doar para um abrigo de animais e um troféu.
Scamp faz visitas voluntárias a crianças em idade escolar e a um centro local de idosos. O cachorro de rua foi resgatado por Yvonne em 2014 depois que ela o viu no Pet Finder, empresa que opera um site de adoção de animais.
"Foi no caminho para casa que eu soube que havia feito a escolha certa", disse ela em um comunicado de imprensa. "Lá estávamos nós, dois estranhos em um carro a caminho de casa para um novo começo."
Scamp derrotou outros 18 competidores que mostraram suas línguas caídas, pernas arqueadas, olhares confusos e outros atributos estranhos. O segundo lugar foi para Wild Thang, um pequinês que está sob os cuidados de Ann Lewis, de Los Angeles.
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Bichinhos - Para pensar hoje
O Homem Congrega Todas as Espécies de Animais
Há tão diversas espécies de homens como há diversas espécies de
animais, e os homens são, em relação aos outros homens, o que as
diferentes espécies de animais são entre si e em relação umas às outras.
Quantos homens não vivem do sangue e da vida dos inocentes, uns como
tigres, sempre ferozes e sempre cruéis, outros como leões, mantendo
alguma aparência de generosidade, outros como ursos grosseiros e ávidos,
outros como lobos arrebatadores e impiedosos, outros ainda como
raposas, que vivem de habilidades e cujo ofício é enganar!
Quantos homens não se parecem com os cães! Destroem a sua espécie; caçam para o prazer de quem os alimenta; uns andam sempre atrás do dono; outros guardam-lhes a casa. Há lebréus de trela que vivem do seu mérito, que se destinam à guerra e possuem uma coragem cheia de nobreza, mas há também dogues irascíveis, cuja única qualidade é a fúria; há cães mais ou menos inúteis, que ladram frequentemente e por vezes mordem, e há até cães de jardineiro. Há macacos e macacas que agradam pelas suas maneiras, que têm espírito e que fazem sempre mal. Há pavões que só têm beleza, que desagradam pelo seu canto e que destroem os lugares que habitam.
Há pássaros que não se recomendam senão pela sua plumagem ou pelas suas cores. Quantos papagaios falam sem cessar, sem nunca compreender o que dizem; quantas pegas e gralhas são domesticadas para roubar; quantas aves predadoras vivem da rapina; quantas espécies de animais agradáveis e tranquilas servem apenas para alimentar outros animais!
Há gatos, sempre à espreita, maliciosos e infiéis, que deslizam com patas de veludo; há víboras de língua venenosa, sendo o resto útil; há aranhas, moscas, percevejos e pulgas, que são sempre incómodos e insuportáveis; há sapos, que nos horrorizam e que têm peçonha; há mochos, que temem a luz. Quantos animais não vivem sob a terra para se manter! Quantos cavalos, que utilizamos para tantos fins, não abandonamos quando já não servem mais; quantos bois não trabalham uma vida inteira para enriquecer aqueles que lhes impõem o jugo: as cigarras, que passam a vida a cantar; as lebres, que têm medo de tudo; coelhos, que se espantam e acalmam num instante; porcos, que vivem na crápula e na imundície; patos mansos, que atraiçoam os seus congéneres, atraindo-os a armadilhas, corvos e abutres, que vivem apenas de podridão e de cadáveres! Quantas aves migratórias não voam tantas vezes de um extremo ao outro do mundo e se expõem a tantos perigos para sobreviver! Quantas andorinhas, sempre atrás do bom tempo; quantos escaravelhos, inadvertidos e sem objectivo; quantas borboletas à procura do logo que as queima! Quantas abelhas, que respeitam o seu chefe e vivem com tanta ordem e trabalho! Quantos zangãos, vagabundos e mandriões, não procuram estabelecer-se à custa das abelhas! Quantas formigas, cuja previdência e economia provêem a todas as suas necessidades! Quantos crocodilos fingem queixar-se para melhor devorar aqueles que são sensíveis às suas queixas! E quantos animais se submetem porque ignoram a sua força!
Todas estas qualidades se encontram no homem e ele procede, em relação aos outros homens, como os animais de que acabamos de falar procedem entre si.
La Rochefoucauld, in 'Reflexões'
Quantos homens não se parecem com os cães! Destroem a sua espécie; caçam para o prazer de quem os alimenta; uns andam sempre atrás do dono; outros guardam-lhes a casa. Há lebréus de trela que vivem do seu mérito, que se destinam à guerra e possuem uma coragem cheia de nobreza, mas há também dogues irascíveis, cuja única qualidade é a fúria; há cães mais ou menos inúteis, que ladram frequentemente e por vezes mordem, e há até cães de jardineiro. Há macacos e macacas que agradam pelas suas maneiras, que têm espírito e que fazem sempre mal. Há pavões que só têm beleza, que desagradam pelo seu canto e que destroem os lugares que habitam.
Há pássaros que não se recomendam senão pela sua plumagem ou pelas suas cores. Quantos papagaios falam sem cessar, sem nunca compreender o que dizem; quantas pegas e gralhas são domesticadas para roubar; quantas aves predadoras vivem da rapina; quantas espécies de animais agradáveis e tranquilas servem apenas para alimentar outros animais!
Há gatos, sempre à espreita, maliciosos e infiéis, que deslizam com patas de veludo; há víboras de língua venenosa, sendo o resto útil; há aranhas, moscas, percevejos e pulgas, que são sempre incómodos e insuportáveis; há sapos, que nos horrorizam e que têm peçonha; há mochos, que temem a luz. Quantos animais não vivem sob a terra para se manter! Quantos cavalos, que utilizamos para tantos fins, não abandonamos quando já não servem mais; quantos bois não trabalham uma vida inteira para enriquecer aqueles que lhes impõem o jugo: as cigarras, que passam a vida a cantar; as lebres, que têm medo de tudo; coelhos, que se espantam e acalmam num instante; porcos, que vivem na crápula e na imundície; patos mansos, que atraiçoam os seus congéneres, atraindo-os a armadilhas, corvos e abutres, que vivem apenas de podridão e de cadáveres! Quantas aves migratórias não voam tantas vezes de um extremo ao outro do mundo e se expõem a tantos perigos para sobreviver! Quantas andorinhas, sempre atrás do bom tempo; quantos escaravelhos, inadvertidos e sem objectivo; quantas borboletas à procura do logo que as queima! Quantas abelhas, que respeitam o seu chefe e vivem com tanta ordem e trabalho! Quantos zangãos, vagabundos e mandriões, não procuram estabelecer-se à custa das abelhas! Quantas formigas, cuja previdência e economia provêem a todas as suas necessidades! Quantos crocodilos fingem queixar-se para melhor devorar aqueles que são sensíveis às suas queixas! E quantos animais se submetem porque ignoram a sua força!
Todas estas qualidades se encontram no homem e ele procede, em relação aos outros homens, como os animais de que acabamos de falar procedem entre si.
La Rochefoucauld, in 'Reflexões'
domingo, 2 de junho de 2019
Bichinhos - Pura magia.
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Sob a lona do Circo Flutuante de Vila Isabel, pura magia.
Luiza não cabia em sí de tanta alegria.
Palhaços, Malabaristas, Bailarinas, quanta folia.
Só encantamento alí existia.
Vovó virou criança...
Pipocas doces, fizeram parte da festança.
Uma tarde inesquecível
Vai ficar para sempre na lembrança.
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