Amiguinhos Amados

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Bichinhos - Solidão

A solidão é um problema cada vez mais freqüente na vida dos cães e gatos.Hoje em dia os donos passam a maior parte do tempo fora de casa, deixando-os sem companhia por várias horas seguidas.

O cachorro é um animal social e por isso precisa do contato com o grupo que pertence para aprender suas regras, comportamentos e rituais. O contato social é tão importante para o desenvolvimento físico e emocional de um cão quanto dar vacinas, ração e água.

Tudo piora quando falamos de filhotes. Deixar um filhote sozinho pode gerar danos muito mais graves do que podemos imaginar.

Ao trazermos um filhote para casa passamos a ser sua matilha e ele aprenderá conosco através de estímulos e repreensões. Se este cão passa horas sozinho ele não terá nenhuma referência de comportamento e tomará suas decisões de certo ou errado sozinho. Esta falta de referência faz com que toda sua aprendizagem fique comprometida e um dos primeiros sinais é fazer cocô e xixi sempre no lugar errado.

Como podemos exigir um bom comportamento de um cão que passa a maior parte do seu tempo sem ser educado?

Outra questão importante é a brincadeira. Os filhotes adoram brincar e além disso têm uma energia enorme e precisam gastá-la brincando, correndo, caçando, pulando. Estes cães normalmente brincam pouco e fazem pouquíssima atividade física.

Filhotes solitários são normalmente hiperativos e ansiosos. São ansiosos porque acham que foram abandonados e quando seu dono chega fazem qualquer coisa para obter a atenção, como se estivesse tentando compensar o tempo em que ficou sozinho.

Este cão quando adulto dificilmente conseguirá ficar deitado ao lado do dono. Ele sempre exigirá atenção total o tempo todo, tornando-se inconveniente.


Bichinhos - Gatinhos & Apartamento


Os gatos são bichinhos mais fáceis de se criar em apartamentos por sua natureza, pois fazem as necessidades na caixinha de areia, são limpos, fazem pouco barulho. Mas são necessários alguns cuidados.

Para se criar um gato num apartamento você precisa:

1 - De um apartamento não muito pequeno.

2- Manter a vacinação sempre em dia, assim você evita o problema de pegar alguma doença, e também protege seu animal

3- Tela para gatos nas janelas, isso é muito importante. Você pode achar que a janela é alta demais, mas gatos são animais espertos, eles vão achar algum jeito de pular ali, por isso não esqueça da rede na janela.

4- Sempre limpe a caixa de areia, pois o cheiro tende a ficar forte se você não limpar.

Dê bastante carinho ao seu bichinho, e você vai ter um "companheirão"!!!

Se possível, não deixe seu "amiguinho" muito tempo sózinho!!!

Muitos donos pensam que se um gato destrói sofás, arranha o dono e mia alto, então dois gatos são o dobro do trabalho. Se pretende adotar um gato, adote dois, caso saiba que vai estar muitas horas fora de casa. Se já tiver um gato, certifique-se de que ele aceita bem a nova companhia, uma vez que nem todos os felinos aceitam um novo gato em casa.



sábado, 27 de fevereiro de 2010

Bichinhos - O cão e o ciúme


O nosso "amiguinho" expressa ciúme com intuito de defender o que considera importante para ele. "É um comportamento instintivo que, de certa forma, está presente tanto em cachorros quanto em humanos." O território, os objetos e o próprio dono são as preocupações dos bichinhos.

Bichinhos - Gatinhos são muito ciumentos


Ciúmes: O gato é muito ciumento. Se houver mais de um gato na casa eles vão ficar observando se um recebe mais carinho do dono que o outro. Por isso deve haver uma boa divisão de atenção, para não acarretar traumas. O gato é muito sensível e fica deprimido.

Mágoa: O gato é um bichinho facilmente magoável. Se leva muita bronca, se fica muito tempo sem ver o dono, se não pode ficar muito tempo no seu colo: tudo isso, e muito mais, magoa o gato e ele fica tristinho. Ele é muito apegado ao dono e se sente rejeitado. Para donos de gatos que moram em casas: se ele trouxer pra você uma caça (um passarinho, um rato, uma borboleta), receba com alegria e "agüente" um pouco. O gato está tentando ser grato ao lhe oferecer este presente, e a sua recusa causará traumas psicológicos no gato.

Seu Gato e Você: O seu gato refletirá e absorverá todos as suas emoções. É um receptor da energia do dono. Ficará nervoso e inquieto se você estiver. Ficará calmo se você estiver. E naturalmente o gato lhe trará tranqüilidade, pois é um animal muito brincalhão, companheiro e pacífico.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Bichinhos - Homenagem ao nosso Boxer


Fui criada rodeada de bichinhos de estimação desde bem pequena.
Quando me casei, passada a euforia da festa e da tão sonhada lua de mel, a volta para minha "nova" casa foi bastante estranha.
Onde estava o meu cão que fazia parte da família?
Estava muito feliz e realizada, mas como meu marido saia bem cedo, para trabalhar, e só voltava à noite, sentia muita falta de um "companheirinho" de quatro patas!!
Qual foi a minha alegria, quando uma bela noite, meu marido chegou trazendo nos braços uma pequena "bola de pêlo" que me foi apresentada como sendo o Bruno!!
Bruno era um cão da raça Boxer, que logo me adotou como "mãe"!!
O tempo foi passando e nasceu nossa primeira filhinha. Bruno se revelou uma perfeita babá, para o nosso bebê!!!
Ficava o tempo todo, por perto do bercinho, cuidando da sua "irmãzinha" humana!!!
O nosso "amiguinho" nos proporcionou muita alegria e foi um companheirão!!!
Bruno foi muito amado e sempre será lembrado com o maior carinho assim como o nosso poodle Pepi, que também virou uma linda estrelinha brilhante!!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Bichinhos - Como apresentar o Xixo à Lila!!!


Para acostumar o Xixo à idéia de dividir o território com a Lila é essencial que seja feita uma apresentação gradual.Como esta apresentação não foi gradual, o encontro de Xixo e Lila, tem sido um stress!!
Para quem não sabe, Xixo e Lila são primos. Mas quando um visita o outro, é um desastre!
Temos então, de agora em diante,que tomar certos cuidados:
Tempo e paciência são as chaves para ter sucesso na introdução de um novo gato em sua casa. O novo gato deve ter um aposento só para ele por alguns dias. Troque o seu cobertorzinho com o do gato residente, para que eles possam se conhecer através do olfato antes que tenham a oportunidade de se ver. Depois disso, troque de aposentos. Deixe que o novo gato explore o resto da casa enquanto o gato residente passa algum tempo no aposento do novo gato. Depois que eles se sentirem à vontade com essa etapa, abra um pouquinho a porta do aposento do novo gato de modo que eles possam se ver, mas não possam abrir a porta completamente. Dê aos gatos em ambos os lados da porta alguma comidinha gostosa. Dois brinquedos pequenos amarrados por um barbante comprido passado por baixo da porta encorajarão uma brincadeira paralela. Quando os gatos estiverem calmos com a presença um do outro está na hora de deixar que o gato novo saia por alguns minutos. A duração das visitas pode ser aumentada gradualmente dia a dia. Esse processo pode levar alguns dias ou alguns meses, dependendo da personalidade dos gatos. Normalmente o tempo é menor quando um dos gatos têm menos que 4 meses de idade.

Durante todo o processo de apresentação fale calmamente e em voz baixa com os gatos. Elogie-os generosamente quando eles demonstrarem tolerância com a presença do outro gato. Nunca repreenda ou use um tom de voz severo quando eles estiverem juntos, ou eles irão associar coisas ruins com a presença do outro. Dê atenção especial ao gato residente, uma vez que é o território dele que está sendo invadido, e muito provavelmente será esse velho amigo que precisará ser mais tranqüilizado. Até que eles se tornem amigos, dê atenção ao novo gato somente quando o gato residente não estiver por perto.

Se a qualquer momento os gatos se tornarem receosos ou hostis, coloque o recém-chegado de volta ao seu quarto e feche a porta. Um pequeno revés não irá arruinar a amizade florescente, mas um encontro muito agressivo será lembrado por um longo tempo e deve ser evitado a todo custo. Sempre que você se deparar com problemas, volte um estágio no processo e então cuidadosamente siga adiante novamente. Você é a única pessoa que pode determinar o ritmo do processo de apresentação. O tempo que você passar fazendo com que seus gatos gradualmente se acostumem um ao outro será recompensado com anos de um harmonioso companheirismo felino.
E então, Xixo e Lila, vamos tentar novamente?
Quero que saibam, que são Bichinhos muito Amados!!!

Bichinhos- Como apresentar o cão ao gato e vice-versa!


A aproximação deve ser feita com controle máximo. O cão fica contido na guia e o gato é posto numa caixa de transporte ou numa gaiola, para não haver risco de sair correndo e estimular o cão a persegui-lo.

A simples proximidade dos dois é valiosa para a "terapia" fazer efeito. A distância entre ambos deve ser tal que o gato não entre em pânico e que o cão consiga controlar a agressividade predatória. Pode-se tentar inicialmente mantê-los a cinco metros um do outro, por exemplo. Durante a sessão, ofereça guloseimas e brinquedos ao gato e ao cão.

Isso os distrairá e fará que relacionem o outro a algo prazeroso. Com o tempo, o cão transferirá seu principal interesse para os petiscos e os brinquedos. E o gato se mostrará tranqüilo na caixa de transporte, mesmo quando o cão estiver bem próximo. A duração e a freqüência de cada sessão podem variar. De modo geral, quanto maiores ambas forem, melhor, desde que seja sempre respeitado o bem-estar dos bichinhos.

Quando o gato estiver brincando durante as sessões, é porque está ficando relaxado na presença do cão. A soltura, inicialmente, será apenas do gato. O ideal é fazê-la numa área pequena, como um quarto, para reduzir a possibilidade de o gato sair correndo, o que estimularia o instinto de caça do cão.

Com o cão na coleira, abrimos a caixa de transporte. Permitimos que o gato saia, sem forçá-lo. Enquanto o gato estiver solto, o cão fica na guia. Como medida de segurança, convém estar com um borrifador de água para, se houver tentativa de ataque por parte do gato, inibi-lo com borrifos. Repita a sessão em diferentes ocasiões.

Quando o cão e o gato se mostrarem totalmente confortáveis na presença um do outro, use uma guia mais longa no cão. Solte o gato em ambientes cada vez maiores, sempre mantendo o cão na guia.

Repreenda o cão de imediato se ele esboçar intenção de perseguir o gato. Fique especialmente atento nas primeiras corridas. Nunca deve ser permitido que o cão assuste o gato, independentemente da intenção: brincar, cheirar ou atacar. O cão pego nessas situações ou em outras que intimidem o gato, como olhar fixamente para o felino, correr na direção dele ou obstruir a passagem dele, deve ser advertido com uma bronca, um tranco na coleira ou outra situação desagradável. Ao inibir o comportamento do cão, precisamos ser eficazes sem assustar o gato.

Só deixe o gato e o cão totalmente livres, sem supervisão, quando a convivência entre eles estiver totalmente tranqüila.