O uso de drogas como o Crack, o Oxi (mais perigoso que o Crack) e muitas outras, virou "moda."
Infelizmente os jovens estão se tornando "usuarios" cada vez mais cedo.
Então hoje vamos falar um pouco sobre os cães farejadores.
Um lindo dia e
Lambeijos do
Pepi e
Boa Leitura!
Segue a matéria:
Como é o treinamento dos cães farejadores de drogas?
por Yuri Vasconcelos
BISBILHOTEIROS OFICIAIS
Olfato extremamente apurado e temperamento curioso são os principais pré-requisitos dos “focinhos de ouro” da polícia
Labrador, golden retriever, pastor alemão e pastor belga malinois são as raças mais usadas no combate ao tráfico de drogas. Esses cães têm um faro apuradíssimo, graças aos seus mais de 200 milhões de células olfativas - para ter uma ideia, o fox-terrier tem 147 milhões e o homem “míseros” 5 milhões.
Depois de passar na peneira dos bons de fuça, são escolhidos os animais mais curiosos e perseverantes, que gostam de procurar e recuperar objetos e não desistem facilmente da busca. Com isso, os policiais têm a garantia de que seus futuros parceiros não farão corpo mole em serviço.
No canil da Polícia Federal, o adestramento começa quando o cão tem apenas 2 meses. Antes do treino específico para achar drogas, os animais passam por um “cursinho” de socialização e comandos básicos, como responder ao chamado do policial, sentar-se etc. Isso é feito, entre outras coisas, para que eles não ataquem as pessoas nas ruas.
O treinamento propriamente dito - que dura cerca de dois meses - só começa depois que o cão completa 1 ano de idade. A partir daí, ele entra em contato com o odor típico da droga, que é acondicionada dentro de tubos de PVC, mangueiras de borracha ou em pequenas bolsas, feitas de lona impermeável, que imitam seus próprios brinquedos.
Após o cão se acostumar com o cheiro dos diversos tipos de drogas, os “brinquedinhos” são escondidos para que ele os encontre. O grau de dificuldade do exercício aumenta com o tempo. Para disfarçar o odor do tóxico (recurso adotado pelos traficantes), os treinadores misturam a ele produtos diversos, como alho, pimenta e cebola.
Sempre que o animal encontra o bagulho, recebe elogios e agrados do treinador. Caso ele não seja bem-sucedido, não recebe punição, mas, se dá mostras de que não vai dar conta do recado, pode até ser afastado do treinamento. Em nenhum momento do curso, e em hipótese alguma, o cão entra em contato com a droga.
Depois que está craque em farejar os entorpecentes, é hora de o bicho mostrar que sabe se portar em público. Ele é levado para fazer o treino ambiental nos locais onde irá trabalhar (postos de fronteira, aeroportos, rodovias etc.), para se acostumar com o movimento desses lugares. A partir daí, ele está pronto para botar o focinho em ação.
Já no batente, o cão usa os dois tipos de alerta que aprendeu. No ativo, ele arranha e morde o local onde a droga está escondida, ou pode latir para o suspeito de levar tóxicos. No passivo, ele se posiciona ao lado desse local ou da pessoa. Para não cansar o nariz, os cães intercalam períodos iguais de até 50 minutos de trabalho e descanso. O tempo pode variar, mas em geral eles ficam na ativa até os 10 anos de idade.

Muuuito legal!;-)
ResponderExcluirBjinhaaaus
Wayne
E assim eles ajudam a encontrar e de repente os jovens parem de usar essas drogas todas.Pena isso!beijos,chica
ResponderExcluirEles são tão difíceis os de trabalho e são lindas!
ResponderExcluirPepi, e que trabalho mais lindo eles fazem!Gostei de saber que os cães nao tem contato com a droga,pois pensei que eles viciavam o cao ( ouvi dizer).Ainda bem que não!Lambeijos da tia Anne!
ResponderExcluirOs animais são maravilhosos em tudo!!!...amo de paixão....:)
ResponderExcluirBjs, Néia
legal
ResponderExcluirbom fds, beijinhos
Muito legal esse post...Muito interessante saber como funciona o treinamento desses cães farejadores...
ResponderExcluircheirinho da Nina